• 1-800-123-789
  • info@webriti.com

Arquivo da tag Negócios

MAGAZINE LUIZA NÃO PARA DE CAIR! MAGALU Ainda vale a pena Análise MGLU3

MAGAZINE LUIZA NÃO PARA DE CAIR! MAGALU Ainda vale a pena investir? Análise de MAGALU (MGLU3)

A Magazine Luiza é sem dúvida uma das ações mais queridinhas do mercado, muitos chegavam a dizer que ela seria a Amazon brasileira.

O problema é que as suas ações acumulam uma queda de mais de 64% somente esse ano.

Será que ainda vale a pena? Ou melhor será que agora é hora de investir?

Antes de mais nada, esse post não é de forma alguma uma indicação de investimento, ele possui apenas o caráter educacional para que você possa analisar e tomar as suas próprias decisões do que fazer com o seu dinheiro!

Durante muito tempo as ações da Magazine Luiza viveram uma enorme onda de valorização, pra você ter uma ideia, de janeiro de 2015 até janeiro de 2021 a alta acumulada chegou a incríveis 35.943%, com um topo em outubro de 2020, onde esse percentual ultrapassava os 38.000%.

Somente no ano de 2020, a alta acumulada foi de mais de 100%….

Mas…. o foguete brasileiro vem enfrentando um forte revés no valor de suas ações no ano de 2021, a queda já passa dos 64%.

As ações da Magazine Luiza começaram o ano na casa dos 25 reais e encerram o dia de hoje abaixo dos 9 reais. Para as ações da Magazine Luiza voltarem ao mesmo valor do início do ano é necessária uma alta de aproximadamente 278%.

Mas se a Magazine Luiza era uma promessa de valorização garantida, o que aconteceu com ela?

Vamos começar analisando primeiramente o cenário econômico.

Passado o pior da pandemia, era esperada uma forte retomada da economia brasileira, o que não aconteceu, as previsões do PIB para 2022 vem sendo revisadas para baixo e algumas casas de analise já apontam um PIB negativo, indicando uma recessão econômica.

O desemprego no país se mantem em níveis elevados e para piorar a inflação vem crescendo a níveis alarmantes e estourando o teto da meta estabelecida pelo banco central.

A inflação corrói a renda principalmente da população mais pobre e isso impacta em cheio o consumo no país. Afetando diretamente o setor de varejo.

Além disso, se por um lado a inflação causa uma queda nas vendas, a principal arma do banco central para combater a alta da inflação é a elevação da taxa de juros e essa elevação aumenta o custo financeiro para as empresas, pressionando assim as margens de um setor que já é conhecido por ter margens de lucro apertadas.

E por falar em inflação, ela impacta diretamente o custo logístico do varejo, o diesel nunca esteve tão caro, encarecendo assim o transporte dos seus produtos.

Outro fator que vem impactando as vendas, é o aumento da concorrência no setor, empresas como Amazon e Mercado Livre, além das chinesas como Ali Express, Shopee, entre outras, vem investindo fortemente no mercado brasileiro.

Ou seja, o setor do varejo como um todo, é um setor de alta complexidade, onde as empresas dependem diretamente do consumo das famílias e o aumento do desemprego juntamente com o aumento da inflação impactam diretamente nesse consumo.

Além disso o setor possui margens de lucro muito apertadas, uma logística complexa com custos atrelados ao valor do diesel e uma forte concorrência que vem aumentando ainda mais com a entrada de empresas estrangeiras no mercado brasileiro.

Inclusive, por apresentar toda essa complexidade, muitos investidores optam por ficar de fora desse setor.

Dito tudo isso, vamos analisar o último balanço do Magazine Luiza.

Os números do terceiro trimestre da Magazine Luiza não agradaram ao mercado, a empresa registrou um lucro líquido ajustado de 22,6 milhões de reais. Uma queda de 89,5% em relação aos 215,9 milhões registrados em igual período do ano passado.

Considerando os ganhos líquidos não recorrentes, o lucro foi de 143,5 milhões, 30,3% menor que o terceiro trimestre de 2020.

Já o lucro Ebitda atingiu 351 milhões de reais, uma queda de 37,5% na comparação anual, fazendo a sua margem cair de 6,8 para 4,1%.

Um dos fatores que fez com que as margens caíssem, foi a inesperada queda das vendas das lojas físicas em cerca de 8%.

Como as vendas em lojas físicas possuem uma margem maior, esse fator contribuiu fortemente para a redução da rentabilidade da empresa.

Para você entender melhor, mesmo a Magazine Luiza apresentando um aumento das vendas de 12%, como as lojas físicas tiveram uma queda e por elas possuírem margens superiores ao online, isso acarretou numa queda da margem de lucro final da empresa.

Essa queda nas vendas das lojas físicas se deve principalmente ao cenário econômico do Brasil como eu já citei anteriormente.

E como resultado desse balanço as ações da Magazine Luiza caíram ainda mais após a sua divulgação. O fraco resultado da empresa foi no sentido contrário a expectativa do mercado.

Mas e agora seria esse o fim da Magazine Luiza? A empresa vai quebrar?

De forma alguma, apesar do baixo crescimento a empresa ainda assim apresentou crescimento nas vendas, principalmente quando se fala em vendas online, que hoje já representam cerca de 72% das vendas totais da Magazine Luiza.

Além disso a Magazine Luiza vem investindo e adquirindo outras empresas de setores específicos como o Jovem Nerd e a Kabum. Dessa forma a empresa vem ampliando o seu ecossistema e diversificando o seu leque de setores.

O marketplace da empresa vem crescendo fortemente também, com a entrada de várias lojas parceiras, principalmente do setor de moda que passou a se destacar entre todos os setores.

No quesito logística, a empresa vem investindo na agilidade das entregas, fornecendo entregas em menos de 24 horas para mais localidades a cada mês. Além disso a Magazine Luiza vem intensificando a transformação de suas lojas como ponto de retirada de compras.

Com relação ao caixa da empresa, ele vem se mantendo com bons números e mostrando certa estabilidade.

E por fim temos as operações financeiras da Magazine Luiza como emissão de cartões de crédito, maquininhas de cartão, conta digital e conta pj, onde todos esses pontos tiveram forte crescimento, fazendo a Magazine Luiza se transformar e uma das maiores fintechs do Brasil.

Agora vamos falar dos indicadores da Magazine Luiza.

O PL que já esteve na casa de 413 no ano de 2020, com o valor atual da ação, gira em torno de 81.

O P/VP que já esteve na casa de 22,14 vezes, hoje gira entorno de 5 vezes.

Agora comparando com as concorrentes do mesmo setor.

Mesmo após toda essa queda, as ações da Magazine Luiza são mais caras dos que lojas americanas e via varejo, mas por outro lado a empresa apresenta indicadores muito melhores.

E se analisarmos o desempenho das ações das 3 empresas ao longo do tempo, o setor como um todo teve uma forte valorização desde o início da pandemia, esse movimento foi gerado pela expectativa das vendas de e-commerce.

Passado o pior da pandemia e início do ciclo de alta da inflação as 3 ações passaram a entrar em declínio.

Dito tudo isso, qual seria o futuro do Magazine Luiza (MGLU3)?

A verdade é que a Magazine Luiza estava cara, nenhuma ação, por melhor que ela seja, vai subir sem parar para sempre.

O que ocorre é que o mercado cria uma expectativa com relação ao resultado futuro da empresa, afinal a empresa vinha apresentando resultados crescentes a cada balanço, superando até mesmo a expectativa do mercado.

O impulso final, foi a explosão das vendas do e-commerce devido a pandemia, mas passado todo esse impulso, seria impossível a empresa manter esse ritmo de crescimento.

Essa diminuição da expectativa de crescimento, fez com que muitos investidores abandonassem a empresa e até mesmo o setor. O aumento da inflação só acelerou esse movimento, fazendo assim a empresa voltar para um valor de mercado mais realista e menos esticado.

Isso não quer dizer que a Magazine Luiza não irá continuar crescendo, só quer dizer que provavelmente fará num ritmo mais lento do que o esperado.

Mas e agora é hora de vender as ações do Magazine Luiza (MGLU3)?

Se você investiu na empresa enquanto ela estava lá em cima e não saiu dos papeis ainda, eu acho que é o momento de ter calma e aguardar, logico que eu não posso recomendar o que você deve fazer, mas eu manteria as ações depois de toda essa queda, quem sabe até aguardaria ela chegar numa possível estabilidade para comprar um pouco mais e baixar o seu preço médio.

Se você já sofreu toda essa queda, o melhor a fazer nesse momento é ter calma e entender que o mercado é cíclico, em algum momento a inflação irá começar a ceder e possivelmente isso ajudará a Magazine Luiza.

Isso pode demorar?

Depende, as estimativas para uma inflação mais controlada são para 2023 ou 2024, mas é preciso lembrar que ainda temos uma eleição pela frente.

Agora é hora de investir em Magazine Luiza (MGLU3)?

Se você ainda não investia, até pode ser realmente um bom momento, mas acredito que ainda é melhor aguardar, as ações estão com tendência de queda e devem permanecer assim por mais algum tempo, lembre-se que nada é tão ruim que não possa piorar.

Então talvez o melhor momento para comprar as ações ainda não tenha chegado e lembre-se que o setor só voltará a deslanchar quando a inflação se estabilizar.

Em resumo

Apesar de toda essa queda do valor das ações, a Magazine Luiza continua com bons fundamentos e mantendo o seu crescimento, a inflação é sem dúvida um desafio para o setor, mas a empresa certamente continuará crescendo mesmo que em ritmo mais lento.

 

***** Toas as imagens rerente a dados de balanço da Magazine Luiza foram tiradas diretamente do balanço apresentado pela própria empresa em: https://ri.magazineluiza.com.br/

lucro nubank

Nubank registra lucro pela primeira vez em sua história!

Próximo de seu IPO na bolsa de valores Nasdaq, o Nubank anunciou que obteve lucro pela primeira vez em sua história.
Foram 76 milhões de reais obtidos pelo banco digital somente no primeiro trimestre de 2021.


O banco digital encerrou o mês de junho com 41 milhões de clientes.


A receita obtida foi de 4 bilhões de reais, o que representa um salto de 91% em comparação ao mesmo período do ano passado. Isso considerando somente as operações realizadas no Brasil.


Outro resultado importante revelado pela fintech, foram movimentados 92 bilhões de reais em operações com cartões do Nubank, representando assim uma expansão na cada de 105%.

Mark Zuckerberg perde

Mark Zuckerberg perde 6 bilhões de dólares em 1 dia

O CEO do Facebook Mark Zuckerberg, perdeu cerca de 5.9 bilhões de dólares de sua fortuna após problemas de instabilidade que fizeram com que WhatsApp, Instagram, Menssenger e Facebook ficassem fora do ar por várias horas em grande parte do mundo.

Tais problemas se refletiram diretamente na cotação das ações do Facebook que sofreu uma queda de cerca de 5%.

A queda fez com que Mark Zuckerberg caísse para a quinta posição no índice de bilionários da Bloomberg, agora com fortuna estimada em 120,9 bilhões. Agora Mark Zuckerberg segue atrás doe Bill Gates.

O efeito impactou também as outras big techs fazendo a bolsa americana Nasdaq fechar em queda de 2,14% a 14.255 pontos.

Mark Zuckerberg e o Facebook vem sofrendo perdas desde o dia 13 de setembro quando o Wall Street Journal passou a publicar uma série de reportagens que apresentavam documentos onde diziam que o Facebook tinha conhecimento de vários problemas em seus produtos que eram minimizados para o público.

clubhouse, o novo facebook

Clubhouse: Tudo sobre nova rede social exclusiva

Uma nova rede social tem se tornado fenômeno nos últimos dias. Você já deve ter visto em suas redes sociais várias pessoas comentando sobre a Clubhouse.

Apesar da Clubhouse ter sido fundada em março de 2020 pelo empresário Paul Davison e pelo ex-engenheiro do Google (GOGL34) Rohan Seth, ela ganhou destaque nos últimos dias alcançando mais de 2 milhões de usuários e uma avaliação de mercado de mais de 1 bilhão de dólares.

Essa avaliação foi obtida graças a última injeção de capital do fundo de investimentos Andressen Hrowitz. O fundo aportou 100 milhões de dólares com o objetivo de estimular o crescimento do app.

Nos Estados Unidos a Clubhouse está sendo considerada um novo Facebook (FBOK34), sua popularização vem ganhando força após a entrada na rede de celebridades como o CEO da Tesla (TSLA34) e SpaceX, Elon Musk, a rainha dos talk shows Oprah Winfrey, o cantor Drake, o comediante Kevin Hart, o ator Ashton Kutcher, o comediante Chris Rock e até mesmo o fundador do Facebook Mark Zuckerberg.

Inclusive no dia 1 de fevereiro, Elon Musk usou o app para entrevistar Vlad Tenev, CEO do app de investimentos Robinhood, que ficou conhecido mundialmente após o caso com a GameStop. A conversa entre os dois CEOs foi compartilhada simultaneamente em outra plataforma de livestream e monitorada por mais de 120 mil pessoas.

A repercussão dessa entrevista foi tamanha, que fez disparar as ações de outra companhia, a Clubhouse Media Group, que não tem nada a ver com a empresa de rede social. As ações dessa empresa homônima se valorização mais de 117% em um dia.

O grande diferencial da Clubhouse, se dá pelo fato da rede social utilizar somente a voz como meio de comunicação, seria quase como uma espécie de podcast ao vivo com interações entre todos os participantes e coordenadas por um moderador que controla a vez de cada um falar.

Clubhouse telas

Dentro da plataforma existem os clubes, que são grupos de usuários unidos pelo mesmo assunto. Já existem grupos de inúmeros temas e assuntos que são categorizados por macro-áreas.

Outra diferença da rede Clubhouse é a sua forma de entrada, para fazer parte da rede social, não basta realizar o download do app, é preciso receber um convite de um amigo já cadastrado.

Esse fato gerou um verdadeiro comércio de convites, no eBay por exemplo, é possível encontrar convites para a Clubhouse sendo vendidos a partir de 50 dólares.

Sobre a venda de convites a Clubhouse não se manifestou até o momento, mas seus representantes deixam claro que pretendem expandir sua base de clientes num futuro próximo, assim que a sua base de clientes e a própria ferramenta estiverem melhor desenvolvidas.

A Clubhouse demonstra uma grande preocupação com questões de moderação do conteúdo. Já existem relatos de discursos de cunho homofóbicos, xenófobos e misóginos, seus representantes informaram que alguns usuários chegaram a ser banidos, mas não revelaram maiores detalhes.

Por enquanto tudo é gratuito e ainda não temos nenhum tipo de publicidade dento do app, mas isso ao longo do tempo deve mudar. Em entrevista ao Squawk Box da CNBC, o CEO Paul Davison disse:

“Há tantas pessoas incríveis que são inteligentes, que são engraçadas e que são realmente ótimas em reunir as pessoas”, disse Davison. “O que queremos é permitir que eles ganhem a vida diretamente no Clubhouse por meio de coisas como assinaturas e eventos com ingressos.”.

É difícil dizer se a Clubhouse será o novo Facebook, seu sucesso se dá em grande parte ao seu modelo diferenciado de comunicação unido pela entrada de personalidades famosas e beneficiado pela necessidade de dialogo gerados pela pandemia.

No entanto, ainda é muito cedo para se afirmar que esse frenesi todo se perpetuará, mas vale a pena sim você conhecer a rede e já criar suas raízes nela desde cedo.

Até o atual momento, app está disponível somente usuários de iOS com download diretamente via a Apple Store, está previsto o lançamento uma versão para Android em meados de junho deste ano na Play Store.